A pele perfeita

Pele perfeita

Ainda seguindo a tendência da maquiagem “menos é mais”, hoje vou dar boas dicas para se alcançar a pele perfeita. Antes de mais nada, porém, é necessário (necessário MESMO) que todo mundo entenda o seguinte: a pele perfeita jamais significará uma pele sem imperfeições. Parece contraditório, né? Mas é preciso que todo mundo enxergue sua pele como ela é e entenda que a pele perfeita é diferente para cada pessoa. E acho essencial iniciar o post com essa ideia porque ela é, geralmente, muito difícil de colocar na cabeça das pessoas. Todo mundo espera uma técnica milagrosa que mude completamente o aspecto da pele, quando, na grande maioria das vezes, isso nem é necessário. A forma como a gente enxerga a própria pele é muito radical, exigente e negativa e isso só dificulta nossas vidas. O melhor caminho, sem dúvidas, é entender que melhorar o aspecto da sua pele já é o maior ganho de todos e que perfeição extrema é inatingível. Isso esclarecido e aceito, vamos às dicas!

Já falei dela aqui antes, mas vou repetir porque vale à pena. Quem ainda não conhece Lisa Eldridge, top maquiadora inglesa e dona de um canal SUPER informativo e maravilhoso no Youtube, não sabe o que está perdendo! Grande parte das dicas para uma pele perfeita de hoje são de um vídeo dela que assisti há muito tempo e sou super fã.

Uma lição super importante que aprendi também com a Lisa é que o que envelhece realmente não são espinhas, marcas de expressão ou rugas, e sim manchas na pele. Ou seja, o objetivo principal de uma base é uniformizar o tom da pele e não cobrir tudo o que existe no rosto. A tentativa de cobrir totalmente o rosto quase sempre acaba em uma pele pesada e zero natural, efeito quem ninguém gosta muito, né? Ou seja, regra nº 1: use um produto estilo base (pode ser BB Cream, CC Cream, tinted moisturizer, etc) de acabamento mais leve e natural no rosto todo, que uniformize seu tom de pele sem deixar um aspecto pesado.

Quando respondemos à pergunta “quanto da sua pele você acha que precisa de corbetura?”, a maioria das pessoas responde “uns 80%”. Na realidade, porém, grande parte das pessoas possui apenas leves imperfeições na pele, como alguns cravos/espinhas e regiões mais avermelhadas ou pigmentadas. Isso signifca que uma cobertura mais pesada só é necessária em pontos bem específicos e o resto da pele é bonita e saudável, não precisando ser coberto, o que nos leva à regra nº 2: mais uma vez, menos é mais aqui, e devemos investir em uma cobertura maior apenas onde ela é realmente necessária, sem cobrir demais as áreas da pele que poderiam continuar à mostra, trazendo leveza à maquiagem. Usar as partes saudáveis da pele a nosso favor – sem escondê-las! – só acrescenta no resultado final da maquiagem!

Na hora de cobrir as imperfeições que julgar necessárias, prefira um corretivo mais cremoso e menos líquido, de média ou alta cobertura, que são melhores para correções pontuais (o Studio Finish da MAC é perfeito!). Usar um pincel bem pequeno e preciso para aplicar o corretivo apenas na área desejada é o ideal, para que outras áreas maiores não acabem sendo cobertas sem precisão! É importante também “esfumar” bem esse corretivo pra não deixar um pontinho evidente na pele. Um pincel fofinho de esfumar sombra é o ideal para esse trabalho! Quanto à cor do corretivo, ela precisa ser idêntica ao tom da base que você já aplicou, nem mais clara nem mais escura, pois isso só vai acentuar a imperfeição que você quer disfarçar! Regra nº 3: depois do corretivo aplicado nas regiões necessárias, é bom usar um pó bem fininho (de preferência translúcido) para assentar o produto e fazer com que essa cobertura dure o dia inteiro! O produto cremoso tende a se mover sobre a pele com o tempo e acaba revelando novamente aquele espinha indesejada! Use um pincel de pó bem pequeno para esse passo e aplique o produto com muuuita leveza! Caso sua pele seja mais oleosa, vale aplicar o pó no resto do rosto também, novamente, com a mão leve.

Regra nº 4: depois de aplicar a base no rosto todo, o corretivo nas áreas problemáticas e o pó sobre as regiões corrigidas, não se esqueça de conferir, sob efeito de uma luz natural, se seu trabalho ficou bom! É muito importante se certificar de que os produtos usados estão nas cores corretas, se a cobertura está uniforme, etc!

Esse tipo de pele dá sim mais trabalho para fazer e seria mais rápido aplicar uma base de alta cobertura no rosto todo e pronto! Mas o resultado de uma pele natural e saudável faz valer todo o esforço. Como tudo na vida, essa técnica requer prática para ficar perfeita, então, não a teste com pressa!

Recomendo muito assistir o vídeo da Lisa para ver tudo isso na prática e ver que é muito mais simples do que parece! Se testarem a técnica que ela chama de “The Eldridge technique”, me conte se gostou aqui nos comentários!

Um beijo,

Sofia

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